Cultura e Economia Criativa na China
Estúdio Zhejiang Television, Hangzhou, China.
Foto: Marcelo Godoy.
A economia criativa na China tem se consolidado como um dos principais motores de crescimento do país.
A economia criativa na China tem se consolidado como um dos principais motores de crescimento do país, abrangendo setores interligados, como arte, design, arquitetura, moda, audiovisual, tecnologia, publicidade e jogos digitais. Esse ecossistema vem gerando novas oportunidades para PMEs internacionais, impulsionadas por um mercado interno dinâmico e por políticas governamentais estratégicas.
A recuperação econômica chinesa e a ascensão de uma classe média urbana cada vez mais exigente criaram um ambiente favorável para o desenvolvimento da economia criativa. O padrão de consumo mudou, e as famílias passaram a destinar mais de 7% de suas despesas a produtos e serviços culturais. O governo central tem implementado políticas específicas para impulsionar esse setor, fortalecendo a cooperação com empresas internacionais e aumentando sua competitividade global.
Na última década, a economia criativa chinesa cresceu exponencialmente, representando quase 4% do PIB e influenciando diversas outras áreas econômicas. O avanço das tecnologias digitais tem sido um fator determinante para o consumo e a distribuição de conteúdos criativos, especialmente por meio da internet e de dispositivos móveis. Além disso, o setor imobiliário tem se reconfigurado para acomodar parques criativos e centros culturais, enquanto o capital financeiro tem demonstrado crescente interesse em apoiar startups e empresas inovadoras do setor.
No BRICS Festival, teremos a oportunidade de conhecer exemplos do impacto da economia criativa chinesa no desenvolvimento de PMEs em diversas áreas, como música, moda, design de produtos, software, cinema e televisão.